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quarta-feira, 4 de julho de 2012

TEI FIT oferece aulas de Boxe para seus alunos

Praticar um esporte demanda muitos sacrifícios e ensiná-lo requer ainda mais, fazendo com que seu principal objetivo seja tirar o máximo de seus alunos. Esta é a rotina de Marcos Nunes, 22 anos, professor de Boxe, que nesta entrevista exclusiva falou sobre a vida como professor, sua relação com a modalidade e o treinamento que aplica aos seus alunos na academia Tei Fit, que visa principalmente a estética e a saúde, mas que também revela talentos para o boxe nacional, sendo uma das opções oferecida pela Tei Fit para os seus alunos


Matheus Oliveira - Como você começou a praticar artes marciais? 

Marcos Nunes - Comecei praticando futebol, mas nunca levei muito jeito para isso, e sempre gostei mesmo foi de boxe por causa dos filmes do Rocky Balboa, estrelados por Silvestre Stallone. Porém, meus pais nunca me deixaram praticar, pois acreditavam que o esporte era violento. Até que um dia estava jogando bola, tomei uma voadora e fiquei duas semanas com a marca da chuteira no rosto. Depois disso, meus pais me liberaram para praticar boxe. E assim me envolvi com as artes marciais, treinando boxe e kickboxing aos 14 anos de idade, me tornando faixa preta de kickboxing. Mas, fazia o kickboxing querendo aprender boxe, pois na época existiam poucas academias especializadas no esporte. 

MO- Como foram seus primeiros treinamentos no boxe? 

MN - Comecei treinando em casa, na escola. A galera estava jogando futebol e eu ficava igual a um maluco socando saco de areia, trabalhando e me dedicando muito para conseguir meus objetivos. Assim, me tornei faixa-preta de boxe também. Sempre fui apaixonado por boxe, pelos movimentos, pelo treino que nos dá energia e nos faz perder muitas calorias. 

MO - E você chegou a lutar boxe?

MN – Estava para competir e lutar, porém há um ano e meio estou com hérnia de disco e isso limita meus movimentos e me impossibilita de lutar. Por isso, peguei a prática de academia, de ensinar a arte do boxe, que na verdade é um jogo e que requer muita disciplina e ajuda também na estética. 

MO - Quais as suas referências no boxe? 

MN - Minha principal referência no boxe foi Muhammad Ali, que é o Pelé da modalidade. Já vi muitos vídeos dele e admiro sua maneira de lutar. Na atualidade, gosto das lutas do filipino Manny Pacquiao, que foi campeão em várias categorias. Gosto também do Roy Jones, pelas brincadeiras e pelo estilo de tentar desconcentrar o adversário como o Ali fazia. 

NI - Você acompanha MMA?

MN - Sim, acompanho sempre que posso e o boxe é parte importante dos combates, porque eles começam sempre no alto e o boxe é necessário, por causa da agilidade. Basta observar os movimentos de quadril do Anderson Silva. Isso tudo são movimentos de boxe.

NI - Qual luta de boxe mais te marcou?

MN - As lutas do Popó principalmente no início da carreira ,quando ele nocauteava os adversários nos primeiros rounds,fazendo coisas que muitos lutadores veteranos não conseguiram. Ele conquistou 28 vitórias consecutivas.

NI - O que falta pra o Brasil revelar outro grande lutador como Popó ou Eder Jofre?

MN - Falta mais seriedade no trabalho, e, além disso, muitos lutadores pensam mais em grana do que em se dedicar para valer. Além disso, atualmente existe muita panela. Assim sendo, apenas quem tem os contratos certos chegam a algum lugar. Não existe um trabalho para massificar o esporte e revelar novos talentos. 

NI - Dê detalhes do treino que você aplica aos seus alunos.

MN - Nosso treino é mais lúdico, visando à saúde, a movimentação, utilizando corda, corrida na avenida. As pessoas aprendem as técnicas, mas só lutam se quiserem. Aqueles que desejam podem lutar também, pois ensinamos a parte de luta, ajudando assim a revelar novos talentos. Aqui na Tei temos todo o material necessário para o atleta como cordas, sacos, luvas e outros acessórios para ajudar os alunos a aprenderem as principais técnicas de boxe.

NI - Quantos alunos você atende por semana no TEI?

MN - Atendemos em pequenos grupos e por semana trabalhamos com cerca de 60 alunos atualmente. Trabalhamos com um personal também para poder dar atenção a todas as pessoas. Por isso, os treinos são com pequenos grupos ou individual. São doze aulas de boxe por dia que eu aplico aqui no TEI, mas é satisfatório, pois você vê as pessoas bem e elogiando o sue trabalho.

NI - Algum aluno seu já passou a competir profissionalmente?

MN - Tenho um aluno que vai estrear no MMA e outro que já foi campeão amador e tem nos dado um excelente retorno, valorizando ainda mais o nosso trabalho como professor.

NI - Deixe um recado para quem quiser praticar boxe na academia Tei Fit? 

MN - Faço um convite para vocês que querem aprender as técnicas do boxe. Vocês têm direito a uma aula experimental. É só me procurar no TEI, na Rua Pastor Méier, 31, Paissandu, Centro. O telefone de contato é (22) 8825-1902. Vocês não vão se arrepender. O treinamento é aplicado para qualquer pessoa, trabalha as articulações melhora a saúde. Pega um atestado médico e vem, pois nunca é tarde para começar. Atende pessoas a partir de 11 anos até pessoas de terceira idade em qualquer horário entre seis da manhã e dez da noite de segunda a sexta. Vamos trabalhar o objetivo de cada pessoa como aprender a lutar ou emagrecimento. Estamos esperando vocês e vamos cair pra dentro.

Matéria feita por Matheus Oliveira publicada no Jornal Nova Imprensa.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Entrevista com Edson Barboza Jr.

Entrevista feita por Matheus Oliveira com o lutador de MMA, Edson Barboza Júnior, logo após o UFC 146, em que o atleta friburguense enfrentou o americano Jamie Varner. 


  A cidade de Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio, é destaque quando o assunto é artes marciais, e o principal nome do município é um dos grandes lutadores de MMA do país e do mundo: Edson Barboza Junior.
  O atleta começou sua carreira no Muay Thai aos oito anos de idade, em um projeto social. Aos nove anos foi campeão brasileiro e estadual da modalidade. E, já novo, era um fenômeno no esporte, aplicando 34 chutes em apenas 15 segundos. Após os títulos no Muay Thai, Edson ingressou no MMA e em 2009 foi morar nos EUA, para dar aulas da modalidade na academia The Armory, em Júpiter, próximo de Miami, na Flórida. E assim ele começou a lutar em eventos menores de MMA, como o Street Kings, o Renaissance e o King of Combat, tendo vencido as seis lutas que fez nestes torneios.
  Foi em novembro de 2010, que ele estreou no UFC, o maior evento de MMA do planeta, derrotando o americano Mike Lullo por nocaute técnico. Em 2011, ele venceu Anthony Njokuani por decisão unânime dos juízes. A terceira luta foi pelo UFC Rio e a oportunidade de lutar em casa pela primeira vez na carreira de lutador de MMA. E ele venceu Ross Pearson por decisão dividida dos juízes. Em 2012, Edson ficou ainda mais em evidência ao protagonizar, segundo especialistas o nocaute mais espetacular da história do UFC. Com um chute rodado, um golpe típico do Muay Thai, ele nocauteou Terry Etim e conquistou a quarta vitória seguida no UFC. No último, dia 26 de maio, Edson encarou Jamie Varner pelo UFC 146 e perdeu pela primeira vez na carreira. Porém, a vida de um atleta não se resume só a momentos bons. Para se chegar as grandes glórias, é necessário tirar lições das derrotas. E seguir lutando para voltar ainda mais forte. E é isso que pensa o lutador friburguense Edson Barboza Junior, após a a sua primeira derrota em combates de MMA para o americano Jamie Varner. Nesta entrevista exclusiva, Juninho, como é chamado pelos amigos, fala sobre a preparação para a luta, sobre os próximos passos na carreira e manda uma mensagem de agradecimento aos fãs.


A entrevista


Como foi a sua preparação para a luta contra o Jamie Varner? 
Edson Barboza: A preparação para essa luta foi a melhor que eu já tive em toda a minha carreira no MMA. Eu não tive lesões, meu cardio estava ótimo. Assim como minha parte do chão e em pé. Eu não estou aqui para dar desculpas. Realmente foi uma coisa que aconteceu. Eu simplesmente não lutei. Travou. Coisa que pode acontecer com qualquer lutador que sobe ali no octógono. Só quem é lutador sabe. Eu sei que eu sou muito melhor do que aquilo ali. 

"Quero continuar lutando. 

E lutando contra os melhores..."


De que forma você encarou este primeiro revés na carreira? 
Edson Barboza: Eu encarei como algo que tinha que acontecer. Eu deixo tudo na minha vida nas mãos de Deus. E se essa foi a vontade dele. Eu vou encarar. Vou voltar muito mais experiente para a próxima. 

Existe alguma luta prevista para esse ano? 
Edson Barboza: Ainda não, mas como eu disse, espero que seja o mais rápido possível, pois estou sem lesão nenhuma graças a Deus, estou pronto para encarar mais uma batalha em breve. Se Deus quiser. 

“...Essa luta me abriu os olhos,

 e eu quero ser campeão do UFC”


 Você vai continuar nos EUA depois desta luta ou ficará um tempo no Brasil?
 Edson Barboza: Eu vou continuar nos EUA. Eu moro aqui, minha estrutura é toda aqui. Eu e meus treinadores já conversamos e agora vamos ver o que deve ser modificado para o próximo camping de treinamento. Por enquanto eu não tenho data para visitar o Brasil. 

Quais os seus próximos objetivos no MMA? 
Edson Barboza: Quero continuar lutando. E lutando contra os melhores. Eu quero lutar o mais rápido possível. 

Qual a sua expectativa para as próximas lutas? 
Edson Barboza: A expectativa de sempre. Lutar, e lutar contra os melhores. Agora eu vou voltar mais experiente e mais preparado. Antigamente, eu não ficava falando isso, mas agora essa luta me abriu os olhos, e eu quero ser o campeão do UFC.

Mande uma mensagem para todos os seus conterrâneos friburguenses que pararam para assistir a sua luta. 
Edson Braboza: Galera de Nova Friburgo, minha família, meus amigos, meus fãs, eu amo vocês! Obrigado pela força e pela torcida de todos! Uma coisa boa nessa história toda é que eu sei que posso contar com vocês de verdade! Obrigado pelas mensagens e pelo apoio! Isso significa muito para mim! Eu vou continuar levando o nome de nossa cidade por onde quer que eu for. Continuo contando com o apoio e a torcida de vocês para a próxima luta! Grande Abraço! Edson Barboza Jr.


Esta matéria foi veiculada nos jornais Nova Imprensa (Nova Friburgo) e O Fluminense (Niterói).

sábado, 9 de abril de 2011

Bate-Bola Com Carlos Alberto Lancetta




Publicado em 10/01/2011no Jornal Nova Imprensa uma entrevista minha com Carlos Alberto Lancetta, coordenador técnico da Secretaria Especial da Copa 2014

Por Matheus Oliveira


No último dia 8, Friburguense e Serrano fizeram um jogo-treino no Estádio Eduardo Guinle, com vitória do time de Nova Friburgo por 4 a 0. Na arquibancada do estádio, acompanhando o time de Petrópolis, estava o recém-chegado diretor de futebol Carlos Alberto Lancetta.

O experiente profissional, que é formado em Educação Física, já trabalhou com atletismo, teve passagens como gerente de futebol no Botafogo e no Vasco, e atualmente exerce a função de coordenador técnico da secretaria especial Copa 2014 e Rio 2016. Este órgão foi criado pela prefeitura do Rio de Janeiro para coordenar as ações da cidade, visando capacitá-la a receber os grandes eventos esportivos. Com tanto trabalho, Lancetta arrumou um espaço para recolocar o Serrano no cenário do futebol carioca. Animado, ele revela sua grande meta no clube: Levar o Serrano em 2015, ano de seu centenário, para a primeira divisão do Campeonato Carioca.


Nova Imprensa: Lancetta, fale sobre seu trabalho à frente do Serrano.


Carlos Alberto Lancetta: Fui convidado por um grupo de empresários para recuperarmos toda a estrutura do Serrano que estava largada e levantar a autoestima do clube, que andava baixa devido às más campanhas e até a não participação em algumas competições.



N. I.: Quais as melhorias que estão sendo feitas no clube?


Lancetta: Fizemos uma reestruturação completa no departamento de futebol, buscando um maior profissionalismo. Nós não possuíamos jogador algum, e hoje já temos alguma estrutura, com alguns atletas do próprio clube. Vocês irão se surpreender com o trabalho que será desenvolvido em Petrópolis por esse grupo de empresários que está investindo no clube, no patrimônio do Serrano. Estamos pretendendo criar um Centro de Treinamento, modificar o estádio, transformá-lo em uma Arena. Vamos também criar uma empresa para que o futebol do clube seja gerenciado de maneira profissional e transparente. Isso tudo queremos construir até 2015, ano do centenário do clube.


N.I.: Que avaliação você faz da equipe? Qual a expectativa para a Série C do Estadual?


Lancetta: No jogo contra o Friburguense vimos o que o Serrano poderá desempenhar na Série C. Mas ainda estamos buscando jogadores no mercado de trabalho, e acredito que teremos um bom time para a disputa da Série C, para brigar por esse acesso. Recuperar o Serrano é importante porque todas as principais cidades do interior têm uma equipe na primeira divisão e Petrópolis é a única que não tem. E em uma cidade forte economicamente como Petrópolis, temos que ter um clube na primeira divisão, e fazer com que a população volte a ter orgulho do futebol da cidade. Nosso grande objetivo é levar o Serrano de volta à elite estadual, ao menos até 2015, o que seria a coroação dos festejos do centenário do clube.


Na segunda parte da entrevista, Lancetta fala sobre a Copa do Mundo de 2014 e as Olímpiadas de 2016, eventos em que ele participa da organização do Rio de Janeiro para recebê-los. Também revelou o que falta para o Brasil se tornar uma potência olímpica.


N.I.: Como está a preparação brasileira para a Copa do Mundo?


Lancetta: A preparação está sendo muito bem feita, no sentido de preparação e infraestrutura. O Brasil atingiu um nível muito bom nesse aspecto, vide o Pan de 2007, onde realizamos um dos melhores Pan-Americanos da história. Vamos realizar ótimos eventos esportivos no nosso estado, porque além do Mundial e dos Jogos Olímpicos, o Rio irá receber também os Jogos Mundiais Militares em 2011 e a Copa das Confederações em 2013.


N.I.: E qual a sua função na Secretaria?


Lancetta: Minha função está ligada à área administrativa, assessorando a construção das instalações esportivas e de tudo que vem dar suporte à parte técnica.


N.I.: O que falta para que o Brasil até 2016 seja considerado uma potência olímpica?


Lancetta: Eu acredito que para ser uma potência olímpica é necessário ter um grande trabalho de base, mas em nível olímpico não dá para fazer milagre, é preciso muita dedicação, algo que temos feito desde 2008. Para você ter uma idéia desse trabalho, atualmente estamos exportando mão de obra qualificada para trabalhar em outros eventos. Nós nunca tivemos isso, e hoje cinco executivos nossos estão trabalhando para os Jogos de Londres 2012 e doze para o Pan de Guadalajara. Tudo isso devido à preparação que estamos tendo para receber essas grandes competições. Então sem dúvida, ao receber esses eventos chegaremos a um nível muito alto em termos de organização esportiva e também no desempenho de nossos atletas.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Entrevista Wanderson Nogueira

Entrevista com o jornalista MULTIMÍDIA Wanderson Nogueira




Entrevistadores: Luiz Thiago e Matheus Oliveira
Entrevistado: Wanderson Nogueira

EXCLUSIVO BLOG "A TORCIDA CARIOCA"

Narração Gol - Brasil 2x1 Argentina (COPA 2010)

Narração de um possível gol do Brasil sobre a Argentina na COPA 2010




Locutor: Fernando Bonan (Rádio Globo)

EXCLUSIVO BLOG "A TORCIDA CARIOCA "

Entrevista Fernando Bonan

Entrevista com o chefe da equipe de esportes da rádio FRIBURGO AM e
locutor esportivo da Rádio GLOBO, conhecido como "Juventude da Serra"



Entrevistadores: Luiz Thiago e Matheus Oliveira
Entrevistado: Fernando Bonan

EXCLUSIVA BLOG "A TORCIDA CARIOCA"